[18 de Julho de 2022]

O Sindicato dos Jornalistas, a Casa da Imprensa e o Clube de Jornalistas decidiram, por unanimidade, convidar o jornalista Pedro Coelho para ser presidente do V Congresso de Jornalistas, que se realizará no início de 2024, ano em que se comemoram os 50 anos do 25 de Abril, que teve como uma das principais conquistas a Liberdade de Imprensa e de Expressão.

Tal como no IV Congresso, as três organizações representativas do setor unem esforços para a realização do congresso numa altura em que é urgente encontrar caminhos para o jornalismo de qualidade, num contexto de profunda crise, de precariedade crescente e de uma galopante propagação da desinformação.

Além do reconhecimento entre os seus pares, Pedro Coelho é também professor da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova, o que corresponde, também, a uma preocupação comum das três entidades: a ligação entre a academia e a profissão.

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France Presse disponibiliza curso gratuito de ‘fact checking’
[9 de Agosto de 2022]

Dotar os jornalistas e estudantes de jornalismo de “ferramentas e técnicas para enfrentar a crescente onda de desinformação e alegações falsas que pululam na internet, com impacto direto na sociedade” é o objetivo de uma formação digital lançada pela Agence France-Presse. Com o apoio da Google News Initiative, a agência noticiosa disponibiliza um curso desenvolvido pela sua equipa de fact checking, com conteúdos adaptados a qualquer nível de experiência profissional.

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Forças e debilidades da imprensa local
[8 de Agosto de 2022]

O jornalismo local está a passar, como o resto da indústria, por uma complicada fase de reinvenção do modelo de negócio, com o acréscimo de que os media locais têm a desvantagem de atingir comunidades mais pequenas, de modo que o volume de potenciais leitores dispostos a pagar uma assinatura é menor que nos media generalistas.

Mas, se for bem feito (ou seja, os media locais não se tornarem uma agência de repetição de notas oficiais por falta de recursos ou falta de visão), a posição de força pode ser muito maior, e aproveitar essa penetração para ter taxas de conversão muito altas.

Um estudo realizado na Alemanha discute tudo isso, analisando os pontos fortes e fracos da imprensa local. O estudo foi realizado pela cientista de media Anna-Lena Wagner.

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Pirataria da imprensa portuguesa causa prejuízo de milhões
[7 de Agosto de 2022]

A partilha ilegal de jornais e revistas, através de redes sociais como o WhatsApp ou o Telegram, custa à imprensa portuguesa entre 33 e 61 milhões de euros por ano. Esta estimativa resulta de um estudo do OberCom – Observatório da Comunicação, agora divulgado. A análise inclui dados estatísticos relativos à realidade de outros países, os quais não podem ser transpostos diretamente para o mercado português. As motivações para a partilha ilegal e eventuais medidas para a combater são baseadas algumas vezes em pressupostos discutíveis. A própria estimativa dos custos, num intervalo entre um valor mínimo e o seu dobro, mostra que o assunto carece de estudos mais aprofundados. Siga o link para aceder ao relatório na íntegra.

» Distribuição digital não autorizada de jornais em Portugal. Dados, impactos e perspetivas

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O que jornalistas devem saber ao escreverem sobre teorias da conspiração
[5 de Agosto de 2022]

Algumas das teorias da conspiração mais prejudiciais e conhecidas atualmente têm raízes no discurso político. Do presidente Jair Bolsonaro no Brasil ao juiz Clarence Thomas do Supremo Tribunal nos Estados Unidos, pessoas em posições de poder no mundo todo ou criam teorias da conspiração ou amplificam teorias sem fundamento para promover seus interesses — uma ferramenta comprovadamente bem-sucedida na ascensão do populismo.

Por mais que os jornalistas queiram ignorar teorias da conspiração e as pessoas por detrás delas, seria irresponsável fazê-lo. Porém, é igualmente irresponsável dar espaço e legitimar perspectivas que são verificadamente falsas.

Para os jornalistas, essa é uma faca de dois gumes. Como cobrimos com precisão e responsabilidade crenças falsas que líderes poderosos estão usando para orientar as suas decisões e ações? 

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21 sites europeus de notícias em inglês para os jornalistas seguirem
[5 de Agosto de 2022]

É muito fácil ficar preso numa bolha nacional de notícias, o que torna importante buscar notícias internacionais relatadas por pessoas com experiência local. Quem estiver interessado em manter-se atualizado sobre a realidade da Europa não pode dispensar o conjunto de publicações listadas nesta peça. Cada um deles fornece relatórios locais, com muitos oferecendo análises, investigações ou recursos, além de atualizações de notícias e uma ampla variedade de podcasts e boletins informativos.

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O jornalismo na era da colaboração cruzada
[4 de Agosto de 2022]

A colaboração cruzada é uma prática já usada, há algum tempo, por jornalistas autónomos, mas que agora ganhou um novo status ao ser reconhecida por empresas jornalísticas, pesquisadores universitários e por financiadores de projetos de comunicação como um recurso para promover projetos e causas sociais — afirma o jornalista Carlos Castilho.

A colaboração cruzada envolve organizações jornalísticas e não governamentais (ONGs, fundações ou cooperativas) no desenvolvimento de projetos de utilidade pública, onde a comunicação e a informação desempenham um papel essencial para atingir as metas estabelecidas.

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Judite de Sousa saiu da CNN
[3 de Agosto de 2022]

A jornalista Judite de Sousa anunciou nas redes sociais que denunciou em junho o contrato a recibos verdes que a ligava à CNN Portugal.

O anúncio da saída de Judite de Sousa foi recebido com surpresa pela direção de informação da TVI/CNN. Nuno Santos assegura ter tido conhecimento que a jornalista “terá denunciado o contrato” através das redes sociais. “Para nós isso é uma novidade”, afirmou, esclarecendo que “a Judite tem um contrato de prestação de serviços com a TVI e com a CNN e está de baixa médica até ao próximo dia 11 de agosto”.

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Como manter os jornalistas vivos na Ucrânia
[3 de Agosto de 2022]

Levar os jornalistas para a linha de frente e ao mesmo tempo tentar mantê-los seguros é o trabalho dos consultores de segurança profissionais, que raramente são mencionados ou mesmo vistos. Mas o seu trabalho é considerado de vital importância. A guerra na Ucrânia tornou-se um dos conflitos mais mortíferos para os jornalistas: dois grandes países em conflito é incomum na era moderna. Muitas das lições aprendidas sobre segurança no passado precisam de ser reescritas praticamente hora a hora.

Essa é a opinião de Mark Grant, responsável pela segurança na Sky News.

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Do ‘churnalism’ à obsessão pelo ‘churn’: a fidelidade como desafio do jornalismo por assinatura
[30 de Julho de 2022]

Os produtos de assinatura criaram raízes na indústria jornalística. Parecem a enésima tentativa de salvação mágica no setor (spoiler: não há nenhum) depois do jornalismo viral ou de iniciativas mais específicas de que poucos se lembram, como o Apple News+, mas a verdade é que o progresso foi feito nos moldes de outras indústrias . Além disso, todos os tipos de empresas de informação o adotaram. Clickbait e churnalism – jornalismo de baixa qualidade baseado em press releases – oferecem pão para hoje, sim, mas também fome para amanhã. É por isso que muitos profissionais que trabalham em equipas de produto navegam no mesmo barco para competir e emular as grandes plataformas atraindo usuários, fazendo-os pagar e retendo-os. Porque conseguir assinaturas é um desafio, mas evitar cancelamentos, fenómeno conhecido como churn, é um desafio que não fica atrás.

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Lucros dos media: Cofina sobe, Impresa desce
[30 de Julho de 2022]

O lucro da Cofina cresceu 67,1% no primeiro semestre, face a igual período de 2021, para 3,3 milhões de euros, revela o grupo de media em comunicado enviado à Comissão do Mercado de Valores Mobiliários. Em sentido contrário evoluiu o lucro da Impresa, que encerrou o mesmo período com um prejuízo na ordem dos 2,2 milhões de euros.

» Lucro da Cofina cresce 67,1% no 1º semestre

» Lucro da Impresa em queda livre