[2 de August de 2017]

As causas e consequências da demissão do primeiro-ministro Palma Carlos, em 1974, ficaram registadas e foram interpretadas, segundo o coronel David Martelo, «de um modo deficiente, talvez mesmo errado, na nossa História recente».  David Martelo, especialista em história militar, falando sobre o tema na Associação 25 de Abril, afirmou que  «o texto lido pelo então Primeiro- Ministro não foi bem ouvido e muito menos bem interpretado, originando uma crise tal que o levou a pedir a sua demissão». Uma leitura interessante da primeira grande crise política pós 25 de Abril, aqui relatada por Ribeiro Cardoso.

» Golpe ou crise Palma Carlos? A surpresa de um “pequeno e médio capitão”
» David Martelo – Bilhete de Identidade
» A Bigorna, sítio de História de David Martelo

Imagem

CJ na TV

Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

Video

Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

Audio

Podcast CJ Online

Brevemente!

Opinião »

Não temos medo?
[21 de August de 2017]

O nosso medo é outro, tem que necessariamente se demarcar do que essa gente espalha para abrir caminho a um fascismo de novo tipo, mesmo que provisoriamente tenha fachada democrática. Medo do terrorismo islâmico, medo do terrorismo sionista, medo de qualquer terrorismo venha de onde vier, medo da manipulação política, leia-se o discurso de Passos Coelho no Pontal, e mediática de que o mais acabado exemplo é o Observador e o seu pelotão de comentadores. Faz-nos medo para perdermos o medo. (Manuel Augusto Araújo)
Ler mais…

Opinião »

Jornalistas partilham erros que os ajudaram a melhorar o seu trabalho
[21 de August de 2017]

Os jornalistas que estão dando os primeiros passos profissionais podem ter bons títulos universitários, determinação e capacidades. Mas tudo isso não evita que a curva de aprendizagem pessoal seja inclinada. A experiência e o erro (e os erros ridículos) podem ser grandes aliados para melhorar no ofício. (Clothilde Goujard )
Ler mais…

Opinião »

“Terrorismo – a Miopia de uma Sociedade Reativa”
[21 de August de 2017]

Como é usual nestas situações, os noticiários enchem-se com comentadores que predominantemente têm origem nuns poucos círculos de amigos lisboetas da comunicação social. E, naturalmente, todos esses comentadores, jornalistas e entrevistados sabem tudo, perceberam tudo – depois de tudo ter acontecido. Mas muito poucos (que, não surpreendentemente, apesar de umas escassas exceções, não são aqueles que aparecem) têm sido capazes de prever e antecipar os tipos de ataques que virão a ocorrer algures, diferentes e muito mais dramáticos. (Pedro Jordão)
Ler mais…

Opinião »

Os media na crise da Venezuela
[20 de August de 2017]

O extremar de posições, tanto do regime como da oposição, inviabiliza virtualmente qualquer hipótese de diálogo na Venezuela. Boa parte do trabalho está feita. Os telejornais terão uma vez mais cumprido zelosamente a sua parte. (Carlos Santos Pereira)
Ler mais…

Opinião »

As televisões a arder
[20 de August de 2017]

As televisões procuram o desespero e o medo estampado nos rostos e olhos de quem enfrenta a desgraça. E os fogos que fazem o país arder instalam-se nas televisões e ardemos duas, três e mais vezes. (Domingos Lopes)
Ler mais…

Opinião »

O “Estado islâmico” e as redes sociais
[19 de August de 2017]

Uma entrevista com David Barrancos, analista internacional de THIBER (The Cybersecurity Think Tank), sobre o “Estado islâmico” e as redes sociais.
Ler mais…

Documentos, Opinião »

Informar sobre ataques terroristas: conselhos para editores e directores
[19 de August de 2017]

Lembramos um texto publicado em 2016, na sequência dos atentados terroristas em Bruxelas, pelo Centro Dart para Jornalismo e Trauma da Universidade de Columbia, dirigido a editores e directores de meios de comunicação.
Ler mais…

Opinião »

A obsessão pelos directos
[19 de August de 2017]

«Não foi sempre assim, mas já vemos isso há alguns anos. Encontrando nos diretos uma fórmula eficaz de agarrar as audiências, os canais de TV, nomeadamente os de informação, intensificam este recurso, sobretudo em casos de tragédia.» (Felisbela Lopes)
Ler mais…

Opinião »

Como dirigir um frenético tráfego informativo
[18 de August de 2017]

Um aluvião de vídeos domésticos sobre o atentado de Barcelona inundou em poucos minutos as televisões e páginas web dos diários. (Rosario G. Gómez)
Ler mais…

Opinião »

Por mares cada vez mais navegados
[18 de August de 2017]

«Um livro, recente, vem tentar sistematizar, através de uma reunião de textos publicados entre 1997 e 2005, os passos então dados e o que se foi fazendo. Chama-se Nautas, é assinado pelo jornalista e escritor Octávio dos Santos, e os textos coligidos nas suas páginas (três dos quais foram distinguidos no Prémio de Jornalismo Sociedade da Informação) fazem uma leitura atenta e crítica desses tempos, à medida dos seus próprios passos.» (Nuno Pacheco)
Ler mais…