[24 de November de 2016]

logo 3Estão abertas até 31 de Janeiro de 2017 as candidaturas ao Prémio Jornalismo em Saúde, promovido pela APIFARMA e organizado pelo Clube de Jornalistas. É constituído pelas categorias de Imprensa, Rádio, Televisão e Jornalismo Digital. O concurso estende-se também aos trabalhos académicos de recém-licenciados de Comunicação Social e Jornalismo. O valor dos prémios totaliza 16 mil euros, montante que será distribuído pelos autores dos melhores trabalhos publicados durante o ano de 2016.
O autor do trabalho que se destacar do conjunto das categorias a concurso, além de receber 2.500 euros, será distinguido com o primeiro lugar, designado “Prémio APIFARMA/ Clube de Jornalismo – Jornalismo em Saúde”, recebendo um montante adicional de 5 mil euros.

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CJ na TV

Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

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Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

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Brevemente!

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«Os diretores saltitantes e a morte da credibilidade»
[20 de January de 2017]

«Quem confunde comunicar com informar (talvez até prefiram a primeira, na falsa esperança que o entretenimento, os vídeos com cãezinhos, o sangue e a restante superficialidade paguem melhor), não gosta de jornalistas defensores da ética e das preocupações da profissão. Querem comunicadores, os outros são empecilhos. Por isso não estranho que tenhamos chegado a uma situação em que, entre os diretores em exercício nos diários e nas televisões, pelos menos cinco tenham já sido assessores ou administradores.» (João Garcia)
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4º Congresso dos jornalistas: a fera amansada
[19 de January de 2017]

É assim o jornalismo. Não queriam um congresso: queriam um evento
Tenho pena desta classe. Talvez aquilo que alguns congressistas qualificaram de “exploração” e de “extorsão” leve a parte proletarizada desta classe – nas palavras da Diana Andringa – a organizar-se devidamente. Porque temo que o episódio deste fim de semana seja um prenúncio de que a classe média/alta do jornalismo sabe onde está.
Algo morreu nesta noite. Ou, se calhar, nunca chegou a renascer verdadeiramente.  (João Ramos de Almeida)

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Os media, a floresta e os incêndios
[19 de January de 2017]

Hoje, 5ª feira, 19 de Janeiro, com início às 18 horas, no Clube Militar Naval, em Lisboa (Av. Defensores de Chaves, 26), vai discutir-se um livro da maior importância mas que, apesar de já ter tido três edições, tem passado ao lado da generalidade dos media. O que, para quem sabe do que a casa gasta, é lamentavelmente normal. Esta sessão,  que será dirigida  pelo Almirante David e Silva – um prestigiado Homem da História e Engenheiro da Marinha – prossegue assim a abertura paulatina do tema à Sociedade não especializada nos temas florestais, condição necessária para a Floresta ganhar o peso que deve ter. (RC)

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Sobre o futebol e outros suicídios do jornalismo (ou como jornalistas e católicos são tão parecidos)
[19 de January de 2017]

Suicidamo-nos enquanto profissionais quando misturamos informação e entretenimento; quando abdicamos de ser jornalistas e entregamos esse papel a comentadores que mais não são que políticos ou economistas com interesses a defender; quando destratamos a língua, adoptando o “economês”, o “politiquês” ou o inglês porque é mais sexy; quando nos encerramos cada vez mais numa bolha, sem conhecer a realidade de tantas vidas; quando as questões laborais passam a interessar quase só na sua vertente económica ou economicista; quando o emprego e o desemprego são estatísticas que se debitam sem rosto e sem nome; quando não somos críticos para com os verdadeiros poderes que hoje nos dominam e que ninguém elegeu – o financeiro e o económico. (António Marujo no 4º Congresso dos Jornalistas – Versão actualizada pelo autor do texto aqui publicado em 15 janeiro 2017)

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Tribunal europeu dá razão a jornalista
[19 de January de 2017]

O Tribunal Europeu dos Direitos do Homem condenou o Estado português no caso de um texto de opinião escrito por José Manuel Fernandes em 2006, quando era director do “Público”. No texto, o antigo jornalista criticava o discurso de tomada de posse do juiz Noronha do Nascimento como presidente do Supremo Tribunal de Justiça.
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Um pedido de boicote absurdo
[18 de January de 2017]

Um grande nome da literatura portuguesa propõe que se deixe «de comprar o “Público”». Sugestão tanto mais estranha que os escritores se queixam dos baixos índices de leitura. Ou será que os jornais são assim tão lidos ?… (Nobre-Correia)
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Amálgamas que impedem de ver claro
[18 de January de 2017]

Quando os defensores daquilo que consideram ser um jornalismo de qualidade manifestam solidariedades estimáveis, mas fazem processos de intenção que são teoricamente inadequados… (Nobre-Correia)
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Rescisões no “Público” geram onda de indignação na internet
[18 de January de 2017]

O jornal “Público” viu sair, nos últimos dias, três dos seus jornalistas e cronistas mais antigos. As demissões têm vindo a público através do Facebook, rede social usada pelas pessoas visadas para comunicar a sua saída do diário.
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Pode vender-se a alguém o que alguém não quer comprar?
[18 de January de 2017]

Com cada vez menos dinheiro e com cada vez menos relevância, muitos jornalistas continuam convencidos de que a culpa é dos outros. Dos que não compram, dos que não publicitam, dos que não financiam. Mesmo quando se considera que a culpa também é dos jornalistas, é dos outros jornalistas. E não parece ocorrer a ninguém que, entre culpas e desculpas, há uma fatalidade neste negócio: a intermediação é cada vez mais dispensada, quer pelas fontes quer pelos destinatários. (Paulo Baldaia)
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» A propósito de Alberto Gonçalves (Paulo Baldaia no Facebook)

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Resolução Final do 4.º Congresso dos Jornalistas Portugueses
[16 de January de 2017]

Aprovada na sessão de encerramento do congresso sem votos contra e sem abstenções.

1. O 4.º Congresso dos Jornalistas Portugueses concluiu que as condições em que se exerce hoje o jornalismo, pilar da democracia, comprometem o direito constitucional à informação, indispensável para o exercício pleno da cidadania.

2. As condições de trabalho – dimensão reduzida das redações com os despedimentos, precariedade, baixos salários e falta de tempo – estão a ter efeitos na qualidade do jornalismo e condicionam a independência dos jornalistas.

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