[17 de September de 2014]

A autoridade é o especialista, o craque, o sábio, o melhor de todos. A fala da autoridade elimina todas as dúvidas, resolve todos os problemas, tem a melhor solução. Por isso a autoridade é amada pelos jornalistas. Por intermédio da autoridade o jornalista julga e condena, soluciona, descobre a verdade. A autoridade é a luz que salva o jornalista.

Entende-se que uma das funções do jornalismo é apresentar as versões dos fatos e a autoridade ajuda nisso. É natural, portanto, que se busque a autoridade. Ocorre que, por preguiça, negligência ou má fé, o jornalista deixa que a autoridade analise e dê a versão dos fatos como a única e a última. Fica nisso. No limite a autoridade julga e condena, como se ela fosse conhecedora de todas as versões. O jornalismo faz isso dentro do recorte determinado pelo veículo; um recorte ideológico e econômico. (Dioclécio Luz)

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CJ na TV

Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

Video

Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

Audio

Podcast CJ Online

Brevemente!

Notícias »

“Libération” — De l’être au néant
[17 de September de 2014]

O diário francês “Libération” entrou num processo terminal. A única incógnita é o tempo que vai demorar até ao último sopro do projecto encetado há 41 anos, sob a direcção de Sarte e Vernier. Na segunda-feira, Laurent Joffrin anunciou a supressão de 93 postos de trabalho, num total de 250 trabalhadores, 180 dos quais jornalistas. O plano inclui a fusão das redacções e a produção de conteúdos para novos meios digitais. Menos gente, mais trabalho. Há dois meses e meio, num breve comentário à apresentação que Joffrin fez do seu projecto, escrevi aqui que as suas ideias eram difusas, o projecto pouco convincente e que o objectivo era conseguir o voto da maioria da redacção. Com palavreado de esquerda, Joffrin prepara-se para dar continuidade ao alinhamento político com o governo de Hollande. Adieu “Libé”. (JAG)

» “Libération” vai sofrer um tratamento de choque (“Le Monde”)
» Carta do director aos leitores (“Libération”)
» “Libération” dilacerado entre renúncia ideológica e imperativos económicos (“Nouvel Observateur”)

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Nichos informativos como alternativa de emprego para jornalistas
[17 de September de 2014]

Duas pesquisadoras norte-americanas trabalham há um ano para mostrar que o futuro imediato dos novos profissionais – e também dos que perderam seus empregos – está no chamado jornalismo de nicho, especializado num único tema. As conclusões do estudo devem ser divulgadas em outubro e comprovam que a alternativa é viável e, mais do que isso, já produziu casos considerados de sucesso na imprensa norte-americana, a mais competitiva do mundo. (Carlos Castilho)
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Espanha: Pérolas informativas do mês de agosto
[17 de September de 2014]

Uma compilação de manipulações e curiosidades aparecidas nos meios de comunicação espanhóis durante o passado mês de agosto
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Opinião »

O reflexo de uma personalidade
[14 de September de 2014]

Numa instituição da imprensa portuguesa, o Expresso, entrevista-se um antigo presidente da República ou o atual presidente de um banco tratando-os por “você”, ou um cineasta tratando-o por “tu”. Ou na mesma “matinal” da Antena 1, passa-se de um “Cristina, você” a um “professor” tal, ou a um respeitoso “Senhora Dona” tal. Ou num telejornal da RTP 1 utiliza-se um o “João”, outro o “Senhor João”, um o “você” e outro até mesmo o “tu”. Quando o entrevistado por vezes tinha idade para ser pai ou avô do desenvolto jornalista. (Nobre-Correia)
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Governo quer transferir para comissões regionais a atribuição de incentivos aos media
[13 de September de 2014]

O governo pretende passar para as Comissões de Coordenação e Desenvolvimento Regional a competência pela atribuição dos incentivos para os media regionais e locais, esvaziando parte das funções do Gabinete para os Meios de Comunicação Social.
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Televisões regionais e locais querem definição de regras
[11 de September de 2014]

“Achamos que estamos um pouco como estavam as rádios piratas. É importante definir o que é profissionalmente uma televisão local. Pedimos que nos aceitem como profissionais e que se criem regras, como existem para os jornais e as televisões” — disse Paulo Piçarra, da Diário Sul TV, um dos representantes das TV locais que estiveram reunidos com um secretário de Estado desta área.
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Para ser jornalista é necessário papel e lápis
[11 de September de 2014]

Fazem falta outras coisas, claro, para ser jornalista. Mas como símbolo da simplicidade de que está dotado o mecanismo de escrever, de ser jornalista, não estão mal o papel e o lápis. Há alguma coisa que não mudou, apesar de que já se tenha evaporado ese pressuposto entre tanta parafernália mecânica a que agora se associa o ofício. (Juan Cruz)
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O esforço de guerra da Liga Árabe visto por Plantu
[11 de September de 2014]
Plantu  ("Le Monde")

Plantu (“Le Monde”)

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O primeiro caso português de jornalismo do cidadão
[10 de September de 2014]

É uma espécie de repórter e a maior parte dos portugueses não o conhece. Siga o “link” e ficará a conhecer um pouco da sua história.

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