[14 de February de 2017]

A Câmara Municipal de Lisboa e o Clube de Jornalistas, renovaram hoje um acordo, prestes a completar duas décadas. Com o protocolo assinado por Fernando Medina e Mário Zambujal, o Clube de Jornalistas vê assim renovado, nos próximos dez anos, o acordo de cedência, por parte do município, das instalações da Rua das Trinas, na Madragoa.
A extensão da renovação, de cinco para dez anos, “foi uma boa surpresa que nos deixa muito gratos”, afirmou Zambujal. Para o presidente do CJ, esta renovação “demonstra da parte da Câmara, e do seu presidente, uma compreensão pelo que temos feito ao longo destas três décadas e meia, e pelo que nos propomos fazer, em representação de uma classe profissional”.
Pudemos “cumprir o nosso papel”, começou por dizer Medina, que foi “tranquilizar uma instituição como o CJ”. A cidade “quer o Clube de Jornalistas, quer o Clube de Jornalistas a fazer o que está a fazer, aquilo que os seus sócios, em cada momento, decidirem que é o seu rumo”.

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CJ na TV

Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

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Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

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Brevemente!

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Este nauseabundo tempo que passa
[22 de February de 2017]

A história da Caixa Geral de Depósitos põe em evidência o estado da vida política e do jornalismo em Portugal. Com “altos responsáveis” incapazes da mais elementar altura de vistas e do indispensável dever de reserva… (Nobre-Correia)
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Antes que a moda pegue
[22 de February de 2017]

De tempos a tempos surgem nas redacções modas ditadas pelo desconhecimento (para ser gentil, vamos) da língua e algumas, de tão repetidas, acabam por ganhar raízes. Continua a ser, para mim, um mistério a velocidade de propagação e consolidação da asneira. Um dos mais recentes exemplos é o uso despropositado da palavra valor, como acontece numa notícia do “Público” de hoje sobre a Dinamarca. Vinte mil pedidos de asilo não são um valor: são um número, uma quantidade. São muitos ou poucos, mas não são um valor. São uma cifra, se quiserem. (JAG)

Publico valor

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Que significam os robots repórteres para o futuro do jornalismo?
[22 de February de 2017]

O “Washington Post” publicou em novembro uma notícia sobre os resultados de uma eleição para o Congresso dos EUA que tinha a clareza e a verve pelas quais são conhecidos os repórteres do “Post”. Com uma diferença: foi gerado pelo Heliograf, um bot introduzido há um ano no sítio do jornal e que representa o mais sofisticado uso da inteligência artifical em jornalismo até à data.
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Prazo para candidaturas a prémio de jornalismo da UE termina a 28 de fevereiro
[22 de February de 2017]

Termina a 28 de fevereiro o prazo para a apresentação de candidaturas ao prémio de jornalismo Fernando de Sousa,  promovido pela representação da Comissão Europeia em Portugal.  Os vencedores serão dados a conhecer numa cerimónia a 9 de maio, o Dia da Europa. Mais informações aqui.

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Dicas para jornalistas: 18 maneiras de melhorar a apresentação de dados nos telemóveis
[21 de February de 2017]

Dois especialistas partilharam a sua experiência na organização de dados. Veja as 18 dicas que podem optimizar a comunicação com a audiência.
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Quem domina o tráfico na internet?
[21 de February de 2017]

Mais de metade do tráfico da internet em 2016 foi assegurado por robots. O tráfico controlado por humanos atingiu 48,2%, enquanto 51,8% do tráfico registado pelos sítios corresponde a bots, sejam maliciosos (28,9%) ou inofensivos (22,9%). (Ruy Alonso Rebolledo)
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A doutrina dos “factos alternativos”
[21 de February de 2017]

«O que provavelmente veremos em breve é um agravamento dos confrontos entre a imprensa convencional e as redes sociais. Se o antagonismo era até agora apenas por questões financeiras ligadas à sustentabilidade de empresas jornalísticas, agora passa a ser também um problema politico. A imprensa norte-americana se apresenta como um bloco homogêneo, com estratégias definidas. Trump e os adeptos dos “fatos alternativos” usam as redes sociais, onde a heterogeneidade é um fator estrutural.» (Carlos Castilho)
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“A Crise do Jornalismo em Portugal”
[21 de February de 2017]

O livro “A Crise do Jornalismo em Portugal”, uma selecção de artigos de jornalistas, académicos e investigadores na área dos media, será apresentado no dia 23, quinta-feira, às 18 e 30, na Casa da Imprensa, em Lisboa, por Ana Luísa Rodrigues (jornalista) e Pedro Coelho (jornalista e professor universitário).
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Irmandades. Secretas e Perversas.
[19 de February de 2017]

O que se sabe sobre as movimentações nos bastidores e no palco da novela da Caixa Geral de Depósitos justifica uma ligação a um texto que Paulo de Morais publicou no seu blogue em 22 de dezembro último. Começa assim:

«Uma das mais poderosas sociedades de advogados nacional, a PLMJ, foi recentemente investigada no caso da “Máfia do Sangue”. Um dos seus sócios foi mesmo constituído arguido. Dois dos seus mais proeminentes representantes são José Miguel Júdice e Nuno Morais Sarmento, ambos advogados, políticos e comentadores televisivos, na RTP e na TVI. Nos seus programas semanais, ambos fugiram ao tema escaldante da corrupção nos negócios do sangue, com a cumplicidade dos jornalistas que, embevecidos, os entrevistavam.»

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A verdadeira história das notícias falsas
[18 de February de 2017]
L.M. Slackens: A Imprensa Amarela, mostrando William Randolph Hearst  como um bobo distribuindo jornais (1910)

L.M. Slackens: A Imprensa Amarela, mostrando William Randolph Hearst como um bobo distribuindo jornais (1910)

Na longa história da desinformação, o corrente episódio das notícias falsas já assegurou um lugar especial. Mas o cozinhado de “factos alternativos” não é nada raro e o equivalente aos venenosos textos e tweets de hoje pode ser encontrado em muitos períodos da história, mesmo nos mais antigos. (Robert Darnton)
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