[14 de February de 2017]

A Câmara Municipal de Lisboa e o Clube de Jornalistas, renovaram hoje um acordo, prestes a completar duas décadas. Com o protocolo assinado por Fernando Medina e Mário Zambujal, o Clube de Jornalistas vê assim renovado, nos próximos dez anos, o acordo de cedência, por parte do município, das instalações da Rua das Trinas, na Madragoa.
A extensão da renovação, de cinco para dez anos, “foi uma boa surpresa que nos deixa muito gratos”, afirmou Zambujal. Para o presidente do CJ, esta renovação “demonstra da parte da Câmara, e do seu presidente, uma compreensão pelo que temos feito ao longo destas três décadas e meia, e pelo que nos propomos fazer, em representação de uma classe profissional”.
Pudemos “cumprir o nosso papel”, começou por dizer Medina, que foi “tranquilizar uma instituição como o CJ”. A cidade “quer o Clube de Jornalistas, quer o Clube de Jornalistas a fazer o que está a fazer, aquilo que os seus sócios, em cada momento, decidirem que é o seu rumo”.

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CJ na TV

Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

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Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

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Brevemente!

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Irmandades. Secretas e Perversas.
[19 de February de 2017]

O que se sabe sobre as movimentações nos bastidores e no palco da novela da Caixa Geral de Depósitos justifica uma ligação a um texto que Paulo de Morais publicou no seu blogue em 22 de dezembro último. Começa assim:

«Uma das mais poderosas sociedades de advogados nacional, a PLMJ, foi recentemente investigada no caso da “Máfia do Sangue”. Um dos seus sócios foi mesmo constituído arguido. Dois dos seus mais proeminentes representantes são José Miguel Júdice e Nuno Morais Sarmento, ambos advogados, políticos e comentadores televisivos, na RTP e na TVI. Nos seus programas semanais, ambos fugiram ao tema escaldante da corrupção nos negócios do sangue, com a cumplicidade dos jornalistas que, embevecidos, os entrevistavam.»

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A verdadeira história das notícias falsas
[18 de February de 2017]
L.M. Slackens: A Imprensa Amarela, mostrando William Randolph Hearst  como um bobo distribuindo jornais (1910)

L.M. Slackens: A Imprensa Amarela, mostrando William Randolph Hearst como um bobo distribuindo jornais (1910)

Na longa história da desinformação, o corrente episódio das notícias falsas já assegurou um lugar especial. Mas o cozinhado de “factos alternativos” não é nada raro e o equivalente aos venenosos textos e tweets de hoje pode ser encontrado em muitos períodos da história, mesmo nos mais antigos. (Robert Darnton)
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Media da velha escola têm mais seguidores do que se pensa
[18 de February de 2017]

Há um termo em inglês para as empresas de informação que precedem a internet — legacy media — e é possível que já tenham ouvido que elas estão a morrer. Mas ao pesquisar quem estava vendo e lendo o quê no final de 2016, uma coisa ficou clara: algumas das mais velhas vozes nas notícias são ainda as maiores. A edição impressa de “The New York Times” atinge mais pessoas diariamente do que o Huffington Post; e cada um dos programas noticiosos nocturnos da ABC, CBS e NBC tem muitos mais milhões de espectadores do que o site informativo com o maior número de acessos. Pelo menos por agora. (Wired)
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Política e negócios misturam-se na polémica dos SMS
[18 de February de 2017]

Depois de Lobo Xavier dar conhecimento das comunicações entre Domingues e Centeno ao Presidente da República, o seu conteúdo é publicado pelo jornal de que é administrador.
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Morreu António Freitas Cruz
[18 de February de 2017]

O jornalista António Freitas Cruz, antigo director do “Jornal de Notícias”, morreu esta sexta-feira, no Porto. Iniciou a profissão no “Jornal de Notícias”, em novembro de 1955, onde foi director durante quatro anos. Em 2009, foi agraciado com a Grã-Cruz da Ordem do Infante D. Henrique. O corpo está em câmara ardente na capela mortuária da igreja de Gulpilhares e o funeral realiza-se sábado, pelas 11 horas.
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Sindicato dos Jornalistas denuncia exigências ilegais da ANA aeroportos
[17 de February de 2017]

O Sindicato dos Jornalistas aguarda há um mês que a ANA Aeroportos esclareça o que o sindicato considera ser uma série de exigências ilegais, por parte da empresa, impostas aos jornalistas que pretendam fazer reportagem fotográfica/multimédia nas instalações do Aeroporto de Lisboa. Entre essas exigências está um pedido de autorização prévia e a aplicação de taxas de serviço, para além da reivindicação, ilícita, do direito a pré-visualizar as imagens captadas e a fazer depender de autorização explícita qualquer alteração a posteriori, e ainda de divulgar as imagens recolhidas, nomeadamente na intranet, página de internet e redes sociais da empresa.
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Debate sobre o fotojornalismo em Portugal
[15 de February de 2017]

Um debate sobre Direitos de Imagem, Direitos de Autor decorrerá na quinta-feira, dia 16, pelas 18 e 30, no salão nobre da Casa da Imprensa, R. da Horta Seca, 20, em Lisboa. No debate — uma iniciativa da Casa da Imprensa e da Estação Imagem — integrado na série “Perspetivas do Fotojornalismo em Portugal” e coincidente com a exposição de fotorreportagens Prémio Estação Imagem 2016, patente na CI até dia 17, participam João Palmeiro, presidente da direcção da Visapress, Carlos Madureira, director do Gabinete de Direitos de Autor da Sociedade Portuguesa de Autores, Mário Serra Pereira, jurista e formador no Instituto Português de Fotografia, e Steven Governo, repórter fotográfico. Modera o debate a presidente do Sindicato dos Jornalistas, Sofia Branco.

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NBC compra 25% da Euronews
[15 de February de 2017]

A cadeia norte-americana NBC comprou por 28 milhões de euros 25 por cento do canal europeu Euronews, que passa a designar-se Euronews NBC.
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Judite de Sousa revisita o genocídio no Ruanda…
[15 de February de 2017]

Crónica irónica de Bruno Nogueira na Antena 1, 13 de fevereiro. Texto de João Quadros.
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O jornalismo e a habitual confusão entre ética e moral
[13 de February de 2017]

«Burhan Özbilici ia cobrir uma inauguração banal e acabou a fotografar o homem que assassinou o embaixador russo em Ancara. A imagem que correu mundo parece saída de uma peça de teatro e já na altura a sua publicação gerou controvérsia. Agora que ganhou o World Press Photo a discussão continua.» (Lucinda Canelas)
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