[7 de April de 2017]

Catarina Gomes (imprensa), Arlinda Brandão (rádio), Isabel Moiçó (televisão) e Marlene Carriço (jornalismo digital) foram as vencedoras da primeira edição do “Prémio APIFARMA/ Clube de Jornalistas – Jornalismo em Saúde”.
O Grande Prémio Apifarma/ Clube de Jornalistas, eleito pelo júri entre os vencedores das quatro categorias referenciadas, foi atribuído a Isabel Moiçó, jornalista da TVI, que acumula esta distinção com o prémio de Televisão.
O júri decidiu, ainda, atribuir menções honrosas às jornalistas Vânia Maia, Filipa Simas e Ana Carrilho.

Siga o link para ler o Comunicado do Júri do Prémio Apifarma/Clube de Jornalistas – Jornalismo em Saúde

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CJ na TV

Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

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Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

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Notícias »

A25A quer «menos sonhos e mais realidade»
[26 de April de 2017]

«Manda a verdade que se diga, não estamos totalmente satisfeitos com o presente – e ainda bem, pois a insatisfação é própria das sociedades livres. Continuamos dispostos a lutar para que se recupere de todos os malefícios que nos fizeram, determinados a não baixar os braços na luta permanente por um Portugal onde os valores que há 43 anos foram proclamados, aplaudidos e responsáveis pelos sonhos vividos, sejam cada vez mais sentidos e benéficos para todos. Menos sonhos e mais realidade.» — palavras da Direcção da Associação 25 de Abril, numa mensagem em que assinala o fim da ditadura, há 43 anos, e faz o balanço do estado do país.

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Presidente da República presta homenagem à imprensa
[25 de April de 2017]

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, prestou hoje homenagem à imprensa portuguesa, no Dia da Liberdade, e manifestou-se preocupado com a sua sobrevivência económica e financeira, pedindo medidas que ajudem o sector.
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Em abril, conspirações mil
[25 de April de 2017]

«O 25 de Abril de 1974 resulta da convicção de todas as instâncias do poder de que a guerra estava perdida – por isso todos conspiravam» — escreve Carlos Matos Gomes, historiador e militar reformado, ao apresentar um texto que publicou com «os registos de alguns dos actos dessa conspiração generalizada para resolver o impasse da guerra sem solução». «Quando o presidente da República conspira contra o Primeiro ministro, quando este conspira contra o Presidente e contra os generais, quando os generais conspiram entre si e com os seus capitães, quando os capitães conspiram contra o governo e os generais não se vive, certamente, um ambiente de vitória. Procuro recolocar os acontecimentos nas circunstâncias da época e não como podiam ter sido.»

» 25 de Abril: Um regime em conspiração (Carlos Matos Gomes)

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“Público” lança noticiário personalizado em áudio
[25 de April de 2017]

O “Público” vai lançar na quarta-feira um noticiário em áudio, personalizado para os interesses de cada utilizador. O serviço , chamado P24, é o primeiro de dois projectos co-financiados pelo fundo DNI, criado pelo Google para apoiar a imprensa europeia.
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As técnicas das notícias falsas do século XIX continuam a resultar
[25 de April de 2017]

As notícias falsas parecem credíveis porque recombinam pedaços de notícias, nomes, imagens, pessoas e locais que já vimos em contextos semelhantes. (Petra S.McGillen)
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O tavarismo
[23 de April de 2017]

«Num artigo publicado na terça-feira no Público, o comentador João Miguel Tavares insinua que eu e três jornalistas escrevemos o que o presidente do conselho de administração da Global Media nos manda. Além disto, JMT acha ainda que defender princípios básicos de um Estado de direito significa apoiar a corrupção e a miséria moral.» (Pedro Marques Lopes)
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» A Global Media e o nosso homem em Macau (João Miguel Tavares)
» A falta de escrutínio do jornalismo português (João Miguel Tavares)

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O direito: a única salvaguarda contra a ignorância e o populismo
[23 de April de 2017]

Por muito que estrague a causa ao jornalismo justiceiro, os criminosos, verdadeiros ou presumidos, não são, nas sociedades civilizadas, julgados pelo “Correio da Manhã”, por sondagens ao povo ou pelo Ministério Público: são julgados por juízes — e não de acordo com o que o povo pensa, mas de acordo com a lei e a sua consciência. (Miguel Sousa Tavares)
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O direito ao erro dos jornalistas é a certeza de termos direito à informação
[21 de April de 2017]

O Tribunal da Relação de Lisboa absolveu no mês passado o jornal “Correio da Manhã”, a revista “Sábado” e os seus jornalistas de um pedido de indemnização de 500.000 euros apresentado em tribunal pelo ex-primeiro-ministro José Sócrates.
(…)
As notícias eram, no essencial, verdadeiras e mesmo uma notícia com erros pode ser lícita, desde que os erros não sejam substancialmente relevantes, desde que se esteja no âmbito do direito à liberdade de informação e a sua divulgação seja do interesse público. Este direito ao erro (cometido de boa-fé, como é evidente) dos jornalistas é uma garantia essencial da liberdade de expressão e de informação numa sociedade democrática porque afasta o receio de sanções injustificadas a quem está no exercício do seu direito/dever de informar. (Francisco Teixeira da Mota)

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Jornalistas europeus trabalham sob ameaças de violência e intimidação
[21 de April de 2017]

Um relatório publicado pelo Conselho da Europa conclui que os jornalistas a trabalhar na Europa estão frequentemente expostos a interferências infundadas e indesejadas no seu trabalho, muitas vezes sob forma de intimidação e violência. Consequentemente, os profissionais sentem-se ameaçados e acabam por se autocensurar.
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Jornal, jornalistas, cibermeios, morte do jornal impresso, demissões
[20 de April de 2017]

As empresas jornalísticas, em todo mundo, atravessam um momento de crise estrutural. Se este fato acontece nos países desenvolvidos, a situação em países como o Brasil é mais agravante. Se as empresas tradicionais de jornalismo não se adaptarem aos novos tempos do jornalismo, estão fadadas a desaparecer. E com isso, desaparecem também dezenas de postos de trabalho para o jornalista profissional. (Gerson Luiz Melo Martins)
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