[8 de June de 2017]

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Estão abertas as candidaturas aos Prémios Gazeta 2016. Os trabalhos a concurso devem ter sido publicados durante o ano de 2016 por jornalistas detentores de título profissional. Serão atribuídos oito Prémios Gazeta de Jornalismo:- Prémio Gazeta de Mérito – Prémio Gazeta de Imprensa – Prémio Gazeta de Televisão -Prémio Gazeta de Rádio – Prémio Gazeta de Fotografia – Prémio Gazeta Multimédia – Prémio Gazeta Revelação – Prémio Gazeta de Imprensa Regional.
O prazo termina a 15 de julho.

» Regulamento dos Prémios Gazeta 2016

» Cartaz

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Emissão de 14 de Janeiro, de 2009

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Sede do Clube de Jornalistas, Rua das Trinas

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Brevemente!

Opinião »

Rescaldo da cobertura de um incêndio
[23 de June de 2017]

Alguns textos significativos sobre a cobertura mediática do incêndio florestal:

» Pedrógão Enorme (João Quadros)
» Olhos não vêem, coração ainda sente (Daniel Oliveira)
» Incêndios. Pacheco Pereira faz duras críticas à comunicação social
» Da Puerta de Alcalá para el mundo inteiro (Ferreira Fernandes)

Opinião »

A tragédia nos media
[23 de June de 2017]

«O debate à volta da cobertura dos incêndios reacendeu-se. Desta vez, redimensionado pelas redes sociais, um espaço onde se misturam pertinentes apontamentos com impensáveis alarvidades. A questão de fundo continua por esclarecer: como mediatizar os fogos florestais? Como dar a ver essa tragédia? Por estes dias, dada a dimensão da fatalidade que se abateu sobre nós, estas perguntas foram constantes.» (Floberla Lopes)
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Notícias »

SIRESP, a história de uma parceria público-privada que custou mais do que parece merecer
[22 de June de 2017]

Mais um bom trabalho de Paulo Pena, no “Público”, pondo em perspectiva um mau negócio que vem de longe e está hoje em todas as notícias do incêndio de Pedrógão.
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Notícias »

Dinheiro de Macau não entrou na Global
[22 de June de 2017]

Mais de oito meses depois de a Global Media ter assinado um memorando de entendimento com a KNJ, que previa que a empresa de Macau investisse 17,5 milhões de euros em troco de 30% do capital da dona do “JN”, “DN” e TSF, o negócio ainda está por concretizar.
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Opinião »

O Cuidado com a Língua da RTP
[22 de June de 2017]

«Depois de dois artigos nas últimas semanas alertando para o fim do programa “Cuidado com a Língua”, a RTP1 vem responder ao que não lhe foi perguntado antes: é assim mesmo? A resposta é não, mas vale a pena explicar o trajeto de como se instala uma desinformação.» (Daniel Deusdado)
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Opinião »

Jurnalismo
[21 de June de 2017]

Se não tinha caído nenhum avião, porque é que me permitiram falar durante hora e meia do avião, do meu quintal e isso tudo? (Ferreira Fernandes)
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Opinião »

O diabo chegou a Pedrógão Grande
[21 de June de 2017]

«Ainda o incêndio fazia vítimas e já alguns jornalistas, certamente seguindo ordens dos seus diretores de informação procuravam pistas para culpas que alimentassem as labaredas do debate político.» (Blog O Jumento)
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Opinião »

Mas que jornalismo é este?
[21 de June de 2017]

«Antes de ver a entrevista de António Costa, hoje (20.06), já tinha decidido escrever este artigo e com este título. Depois da entrevista, cresceu a vontade. Judite de Sousa – esse inefável oráculo da opinião pública – esteve, em toda a entrevista, obcecada com uma única questão: demite a Ministra, ou não, Senhor Primeiro-Ministro?» (João de Almeida Santos)
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Opinião »

Judite e o cadáver
[20 de June de 2017]

Não matemos, com raiva nos dentes, a Judite. Expliquemos por que a reportagem é má e nada tem de jornalismo. Vejamos os princípios violados. (João Vasco Almeida)
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As vítimas dos incêndios e da televisão
[19 de June de 2017]

Face à falta de meios linguísticos (e de tempo para qualquer elaboração mais cuidada) e porque a televisão pratica quase como ideologia jornalística um realismo ingénuo que acaba por nunca produzir o desejado efeito de real, os repórteres ou debitam lugares-comuns que não têm nem valor expressivo nem descritivo, ou recorrem aos testemunhos. Põe-se um microfone e uma câmara diante de pessoas em estado de choque e pede-se-lhes que elas testemunhem, que elas descrevam, que elas superem a afasia em que a situação as colocou. A violência é inominável e a televisão torna-se patética, no duplo sentido da palavra: porque quer mostrar o pathos, dê por onde der; porque exibe a estupidez na mais elevada expressão. (António Guerreiro)
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