![]() JJ #82![]() A edição n.º 82 da revista Jornalismo & Jornalistas, que assinala os Prémios Gazeta 2022, lança o debate sobre o Regulamento Liberdade dos Meios de Comunicação Social. Carla Martins e Nuno Viegas oferecem os seus pontos de vista acerca do diploma, cujo processo legislativo está em curso na União Europeia, perspetivando mudanças a vários níveis. A crise “não é do Jornalismo, é do modelo de negócio”, sustenta Luís Filipe Simões, na abertura de um dossiê que aborda as diversas facetas de um panorama cada vez mais preocupante. A situação n’A Bola, no Jornal de Notícias e na TSF – onde se realizou uma greve inédita, como recorda Filipe Santa-Bárbara –, e a ameaça à sobrevivência do fotojornalismo merecem atenção. (mais…) |
Notícias »O cancro e a importância da linguagem: porque não devemos usar termos como “batalha” ou “doença prolongada”É importante aprender a usar palavras e a linguagem quando nos referimos ao cancro, evitando eufemismos. Considerá-lo uma mera doença, muito grave, mas não mais do que uma doença. Não é uma maldição, não é um castigo, não é um motivo de vergonha, sem sentido, e não necessariamente uma sentença de morte ” — diz a psicooncóloga Carmen Yélamos. Notícias »Brasil: Publicada agenda de pesquisa sobre o mundo do trabalho de jornalistasLevantar o estado da arte das pesquisas em sociologia do jornalismo no Brasil e identificar quais são os tópicos relevantes para estudos da área na próxima década são as questões norteadoras do artigo “O mundo do trabalho de jornalistas no Brasil: uma agenda de pesquisa”, publicado pela doutoranda e pesquisadora do objETHOS Andressa Kikuti. Notícias »Reino Unido: Retirada licença à emissora pública chinesaO regulador alega que a rede informativa CGTN é controlada pelo Partido Comunista Chinês. Notícias »França: Um ‘plano social’ pode esconder um projecto de venda de “L’Équipe”Ao realizar a greve mais longa de sua história, o pessoal de “L’Équipe” arrancou algumas concessões à sua direcção, incluindo a garantia de que não haveria saída forçada. Mas o fantasma de uma venda do diário e seus satélites não está descartado. (David Garcia) Opinião »A história dos jornais americanos está mais pesquisável do que nuncaUm passeio pelos arquivos de Editor & Publisher mostra uma indústria com momentos de glória e vergonha – e evidências de que nem todos os problemas de hoje são novos. (Joshua Benton) Opinião »A indignação com o SEF é tão dezembro de 2020!Esta semana, estão a dar as fraudes na vacinação (tratarei disso e de como a comunicação social entra em modo histriónico com uma regularidade tão cansativa na minha coluna semanal, na sexta-feira), há duas semanas eram os colégios privados, para a semana que vem será outra coisa qualquer. A comunicação social segue e alimenta estas ondas monotemáticas, acompanhando as necessidades de indignação do mercado. O SEF é tão dezembro de 2020! (Daniel Oliveira) Notícias »Censura na internet em ascensãoFiguras públicas estão sendo bloqueadas pelos gigantes das redes sociais por “violarem os padrões da comunidade”, o que se tornou uma linguagem codificada para “não gostamos do que você tem a dizer na nossa plataforma”. Opinião »EUA: Como neo-nazis usaram a internet para instigar uma crise extremista de direita![]() O número de grupos de ódio activos nos Estados Unidos está caindo à medida que eles encontram novos lugares para se esconderem online. (Adam Clark Estes) Opinião »Brasil: O que os jornalistas aprenderam com o primeiro ano da pandemiaQuem chegou até aqui atravessou o primeiro ano da maior epidemia do nosso tempo, e isso é motivo de celebração. Mas vencer esse período nos permite também contabilizar o que aprendemos com o novo coronavírus. Governos e pessoas modificaram suas vidas e agendas; empresas e organizações precisaram se reinventar; políticos tiveram que se convencer de outras prioridades; profissionais de saúde colecionaram novos conhecimentos… Mas e os jornalistas, o que aprendemos com o primeiro ano da pandemia? Não foi pouco! (Rogério Christofoletti) Opinião »Brasil : O jornalismo tem novo valorA crise do modelo de negócios da imprensa e as redes sociais colocaram o jornalismo contemporâneo diante duas possibilidades não excludentes: cobrar participação financeira nas receitas de grandes plataformas como Facebook, Twitter ou Google, e preparar-se para os enormes desafios que a profissão já começou a enfrentar como nova porta de entrada para a produção de conhecimentos socialmente relevantes. (Carlos Castilho) |

“O que está a acontecer no mundo não é só profundamente imoral, mas também suicida” (Entrevista com Noam Chomsky, in “Diário de Notícias”)






