![]() JJ #82![]() A edição n.º 82 da revista Jornalismo & Jornalistas, que assinala os Prémios Gazeta 2022, lança o debate sobre o Regulamento Liberdade dos Meios de Comunicação Social. Carla Martins e Nuno Viegas oferecem os seus pontos de vista acerca do diploma, cujo processo legislativo está em curso na União Europeia, perspetivando mudanças a vários níveis. A crise “não é do Jornalismo, é do modelo de negócio”, sustenta Luís Filipe Simões, na abertura de um dossiê que aborda as diversas facetas de um panorama cada vez mais preocupante. A situação n’A Bola, no Jornal de Notícias e na TSF – onde se realizou uma greve inédita, como recorda Filipe Santa-Bárbara –, e a ameaça à sobrevivência do fotojornalismo merecem atenção. (mais…) |
Opinião »Uma resposta à fragmentação das informações pelo jornalismo hegemónicoA fragmentação das informações, ou a sua apresentação na forma de “retalhos”, difundida pelo jornalismo hegemónico, mais uma vez não somou para a compreensão dos conceitos em disputa na sociedade. É o caso da bioeconomia, um dos principais assuntos do Fórum Econômico de Davos, virtual devido à pandemia da Covid-19 e realizado entre 25 e 29 de janeiro de 2021. (Eliege Fante) Opinião »Brasil: É leviana a maneira como a imprensa defende as privatizações das estataisNão é ser contra ou favor da privatização das estatais. É pelo direito que tem o leitor de receber todas as informações sobre o assunto de maneira simples e precisa. (Carlos Wagner) Notícias »Lista multilíngue de recursos para jornalistas que cobrem as vacinas COVID-19Está disponível em linha, com a chancela da UNESCO e da Organização Mundial da Saúde, uma lista de recursos para jornalistas que cobrem covid-19 e vacinas. Notícias »Reino Unido: Dois novos canais de TV despertam receios de mais jornalismo partidárioSegundo uma sondagem, há mais oponentes do que apoiantes da criação de um canal de TV no Reino Unido no estilo da Fox. Mas uma minoria significativa não sabe se será bom ou mau, o que significa que não tem havido debate público suficiente sobre as consequências de canais noticiosos opinativos. Opinião »Ruído a mais, bom senso a menosAo fim de um ano de pandemia alinho com um sentimento que me parece estar-se generalizando, segundo o qual vai sendo difícil distinguir o que é pior, se a pandemia se a tormenta da massiva, oportunista e tantas vezes especulativa informação sobre ela veiculada pela comunicação social, com destaque para as TV’s. (Pedro Pezarat Correia) Ler mais…Opinião »Na guerra das “fake news” contra factos, eis o que a próxima batalha deve serFacebook, Twitter, Fox News – ao ofuscarem a verdade, todos representam um risco para a própria democracia. Mas os EUA e a União Europeia podem combatê-los juntos. (Timothy Garton Ash) Opinião »Desigualdade e questões éticas são os grandes desafios da Inteligência Artificial no jornalismoFalar sobre inteligência artificial no jornalismo é falar sobre inovação. Mas será que toda inovação melhora a prática profissional? (Lívia Vieira) Opinião »O rápido crescimento da vigilância telefónicaDesde as revelações de Snowden em 2013, a maioria das pessoas acostumou-se à ideia de que as agências de inteligência americanas e britânicas podem descobrir qualquer coisa sobre qualquer pessoa. E à medida que aumenta o debate sobre a influência dos gigantes da tecnologia – empresas cujos ganhos excedem o produto interno bruto de alguns países – muitas pessoas também não se surpreendem com a escala de acumulação de dados por empresas como Google e Facebook. (Crofton Black) Opinião »EUA: Acabar com o anonimato não tornaria melhores as redes sociaisSempre que o assunto da desinformação, discurso de ódio ou assédio nas plataformas de redes sociais surge, inevitavelmente, alguém sugere que esses problemas poderiam ser resolvidos se o Facebook, Twitter e Instagram proibissem o anonimato e obrigassem os usuários a inscreverem-se usando os seus nomes reais. (Mathew Ingram) Notícias »EUA: Grupo “centrista” pago por influenciadores de direitaUma organização autoproclamada centrista procurou o apoio de influenciadores de redes sociais de direita e consultores para a deputada Marjorie Taylor Greene, propensa à teoria da conspiração. (Lachlan Markay) |

“O que está a acontecer no mundo não é só profundamente imoral, mas também suicida” (Entrevista com Noam Chomsky, in “Diário de Notícias”)






