![]() JJ #82![]() A edição n.º 82 da revista Jornalismo & Jornalistas, que assinala os Prémios Gazeta 2022, lança o debate sobre o Regulamento Liberdade dos Meios de Comunicação Social. Carla Martins e Nuno Viegas oferecem os seus pontos de vista acerca do diploma, cujo processo legislativo está em curso na União Europeia, perspetivando mudanças a vários níveis. A crise “não é do Jornalismo, é do modelo de negócio”, sustenta Luís Filipe Simões, na abertura de um dossiê que aborda as diversas facetas de um panorama cada vez mais preocupante. A situação n’A Bola, no Jornal de Notícias e na TSF – onde se realizou uma greve inédita, como recorda Filipe Santa-Bárbara –, e a ameaça à sobrevivência do fotojornalismo merecem atenção. (mais…) |
Opinião »“As pessoas pagam por outros media, mas não pagam pelo jornalismo”Porque o jornalismo não é como outros media e na verdade não deveria ser. (Heather Bryant) Opinião »Austrália: Restrição de partilha de notícias pelo Facebook faz cair a pique tráfego dos editores![]() Quedas de audiência de 20 por cento ou mais depois de o Facebook pegar na sua bola de tráfego e ir para casa. (Joshua Benton) Notícias »Tribunal recusa novo plano de revitalização da ImpalaO tribunal recusou o novo Processo Especial de Revitalização pedido pela empresa do grupo Impala. Os ex-trabalhadores receavam que a aprovação impedisse que parte das indemnizações em dívida não chegassem a ser pagas. Opinião »Brasil: A guerra da informação no jornalismo localO meio jornalístico é normalmente quase bucólico nas pequenas e médias cidades, mas muda rapidamente quando algum interesse local político, financeiro ou familiar é questionado. Quando isto acontece, a guerra é declarada e travada com uma intensidade que surpreende os profissionais das metrópoles, onde os conflitos provocados por informações divergentes são quase diários. (Carlos Castilho) Documentos, Opinião »Naqueles tempos em que mataram VladoO jornalista Vladimir Herzog, o Vlado, foi assassinado sob tortura pela ditadura militar brasileira em 25 de outubro de 1975. O texto de Luiz Cláudio Cunha que vos propomos faz um levantamento exaustivo da repressão dos intelectuais, das cumplicidades nos media e da firme resposta dos jornalistas ao assassínio do Vlado. É um documento fundamental para se entender o país que, quatro décadas depois, entregou a presidência a um sujeito como Jair Bolsonaro. Notícias »Nova Zelândia: Governo cria fundo público para apoiar o jornalismoO governo da Nova Zelândia prometeu 55 milhões de dólares EUA para um novo fundo de apoio ao jornalismo de interesse público. Com este financiamento, o total do apoio estatal aos media ultrapassará os 300 milhões de dólares em 2021. Opinião »EUA: 46.218 notícias mostram que políticos radicais têm mais tempo de antenaNum estudo recente, «mostrámos que legisladores extremamente conservadores e extremamente liberais recebem muito mais tempo nas notícias do que os seus colegas moderados». (J. Darr, J. Padgett e Johanna Dunaway) Notícias »Avô das redes sociais nasceu há 43 anosEstá morto, como os dinossauros, mas nasceu há apenas 43 anos, em 16 de fevereiro de 1978, o antepassado já pré-histórico das actuais redes sociais. Ward Christensen e Randy Suess lançaram o primeiro bulletin board system que ficou popularizado pela sigla BBS. Notícias »Marco Galinha eleito presidente do grupo Global MediaOs accionistas do grupo Global Media elegeram na quarta-feira os corpos sociais para 2021/2024. Foi eleito por unanimidade o novo conselho de administração, que será liderado por Marco Belo Galinha. A nova comissão executiva, que terá a responsabilidade da gestão corrente de todo o negócio do grupo, é composta pelos administradores Domingos de Andrade e Guilherme Pinheiro. Opinião »A rádio que lêNum ambiente radiofónico que oscila entre um gira-discos gigante e uma sit down comedy entre amigos são raros os momentos em que a rádio revela outras dimensões do som. Um desses momentos é o programa Ronda da Noite, na Antena 2, que, segundo a sua sinopse, «recebe e divulga escritores, artistas, gente com conhecimento e imaginação, autores de excepção». O responsável pelo programa, Luís Caetano, conversou com Aniceto Afonso e Carlos Matos Gomes, que acabam de publicar a obra Guerra Colonial, 60 anos depois das primeiras operações militares. Recomendo a audição da conversa, através do link seguinte. (JAG) |

“O que está a acontecer no mundo não é só profundamente imoral, mas também suicida” (Entrevista com Noam Chomsky, in “Diário de Notícias”)






