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Relatório sobre o serviço público de media não tem credibilidade

15 de Novembro de 2011


O grupo de trabalho para a definição do serviço público defende uma RTP sem publicidade, com pouca informação e sem um canal de notícias no cabo (a RTP Informação) e sem uma das três estações de rádio actuais, noticia o “Público”. Estas conclusões e os respectivos fundamentos evidenciam o desconhecimento do grupo do que está na origem da criação dos serviços públicos de rádio e televisão na Europa, do conceito comum na Europa sobre o que é esse serviço e da realidade e tendências actuais dos serviços públicos nos países mais avançados da Europa. Muitos dos argumentos deste grupo contra a existência do serviço público farão rir à gargalhada os responsáveis pelas rádios e televisões públicas de todo o mundo. A proposta de redução da informação ao mínimo é a prova acabada de que aquele grupo de pessoas foi escolhido com uma agenda política e que a maioria dos seus elementos apenas tem uma vaga ideia do que é um serviço público de rádio e televisão. Voltarei ao assunto quando tiver conhecimento do conteúdo integral do relatório (JAG)

» Governo segura RTP-Informação e publicidade está em estudo (“Público”)
» Plano de reestruturação da RTP só é válido até 2012 (“Público”)
» “Proposta radical” – Tribunais e auto-regulação devem substituir a ERC (“Público”)
» “Relatório insulta jornalistas da Lusa e da RTP” (Arons de Carvalho)
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