É possível observar que a tendência das redações brasileiras não é de ruptura permanente com o sistema presencial, mas sim de adequação a uma realidade híbrida, assim como já ocorre em outros países. Na Inglaterra, por exemplo, o Guardian prevê a adesão a um modelo híbrido no pós-pandemia em razão das dificuldades e incertezas relacionadas ao impacto da Covid-19 que ainda perduram. (Jonas Gonçalves)
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