Aí é que mora o perigo: a mansidão da voz de um banqueiro entrevistado pelo Jornal Nacional contrasta muito com o tom tosco e grosseiro de quem ocupa a cadeira presidencial hoje em dia, mas ambos defendem o mesmo jeito de acabar com empresas públicas de importância imensurável para o país, como os Correios. (Joao Paulo Mallmann)
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