Quando Donald Trump e seus aliados propalaram a “grande mentira” da fraude eleitoral e de uma eleição roubada, parecia que nada poderia impedi-los de espalhar a desinformação impunemente. Redes de TV e jornais checaram factos em vão. Os gigantes das redes sociais mostraram-se impotentes. Mas agora uma empresa de tecnologia pouco conhecida, fundada há 18 anos no Canadá, amedrontou os teóricos da conspiração. A chave: processá-los por difamação, potencialmente por biliões de dólares. (David Smith)
Ler mais… [1]