De vez em quando gosto de trabalhar a entrevista, um género literário empolgante pelo qual me sinto devotada, principalmente quando o entrevistado é escritor. Assim como na ficção tentamos montar um personagem inventado, na entrevista também temos que construir aquele personagem de não ficção com quem estamos conversando. Além de fazer boas perguntas, é preciso estar atento aos detalhes: como se move, se gesticula, para quem ou o que olha quando fala. (Javier Morales)
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