«Não estamos participando na teoria de que todos estamos ao serviço dos povos; acontece que a imprensa está ao serviço dos poderosos. Isto tira-nos credibilidade» — afirma a jornalista espanhola Mónica Garcia Prieto. «O nosso papel», acrescenta, «não é repetir como papagaios o que dizem os outros, mas sim verificar se se concretizam essas palavras».
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