«Não tenho a certeza de que a Internet tenha melhorado o jornalismo, porque é mais fácil encontrar mentiras na Internet do que numa agência como a Reuters», dizia em entrevista recente o filósofo e escritor Umberto Eco, falecido há uma semana em Milão, aos 84 anos.
É costume recordar as últimas palavras de um intelectual e às vezes devemos, também, recordar-nos das suas origens. Do professor emérito da Universidade de Bolonha, os jornalistas recordamos as suas últimas menções em livros como Número Zero, mas há que ir mais além nas suas origens. (Miquel Pellicer)
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