Prestes a terminar o respectivo mandato, o Conselho Deontológico cessante faz um balanço da actividade desenvolvida entre 2010 e 2014, com uma visão crítica sobre as práticas profissionais, mas contextualizando-a à luz das condições de produção dos média, entre outros factores.
Neste período, assinala o Conselho, «parte dos jornalistas tinham perdido autonomia editorial e liberdade de se exprimirem. No domínio da ética e deontologia, registou-se também no decurso deste período uma regressão qualitativa. Passou-se de uma qualidade em termos de práticas deontológicas a uma outra mais desqualificada. Passou-se de incumprimentos individuais a um laxismo generalizante.»
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