Bastião da democracia, patrulheiro do governo, formador de bons cidadãos, defensor do interesse público. Os leitores de jornais estão acostumados com estas definições, ou caracterizações da atividade jornalística, repetidas constantemente tanto pelos donos de empresas como por teóricos da comunicação. Mas estes conceitos estão começando a mudar.
(…)
A associação entre jornalismo e democracia foi triplamente útil. Aos donos de empresas, porque ofereceu uma justificativa ideológica para seu negócio. Para os profissionais, um escudo ético para o seu quotidiano, enquanto os pesquisadores acadêmicos passaram a buscar uma resposta para o dilema: “Qual o grau de democracia necessário para o exercício do jornalismo?” (Carlos Castilho)
Ler mais… [1]