[1]«Desde a última Copa do Mundo, em 2010, aconteceram movimentos da magnitude de terremotos. Eles varreram redações, destruíram revistas, encerraram jornais, enterraram sites e programas de rádio e tevê. As perguntas sobre o fim do jornalismo se multiplicaram, com centenas de variações. Mas, ao mesmo tempo, outras formas de fazer surgiram. Os movimentos foram mais sutis, menos barulhentos, mas já estão moldando a forma como o jornalismo é feito dentro e fora do Brasil. Da mesma forma como a Copa dará visibilidade a anos de trabalho de laboratório de Nicolelis, ela também mostrará anos de experiência acumuladas em inovação em jornalismo.» (Leandro Beguoci)
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