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Os jornais quebra-cabeças

A crise da indústria jornalística tem tido uma resposta simplista por parte dos proprietários dos media: a redução das redacções e das verbas para as reportagens e o jornalismo investigativo. Medidas que reduzem a qualidade e diversidade da informação e, por isso, vão erodindo a audiência. Nas últimas semanas, assistiu-se, no entanto, a um fenómeno pouco habitual. Em cinco jornais de referência e num curto período, rolaram as cabeças das respectivas chefias, entre director, chefes de redacção e editores — “El País”, “El Mundo”, “Libération”, “Le Monde” e “The New York Times”. Com uma particularidade interessante: Na generalidade dos casos, a transição para o digital está associada a esta numerosa quebra de cabeças.  (JAG)

» Tensions et départ au New York Times [1]
» La directrice de la rédaction du « New York Times » quitte ses fonctions [2]
» Jill Abramson forced out as New York Times executive editor [3]
» El abrupto relevo en ‘The New York Times’ desata la búsqueda de motivos [4]
» Gilles van Kote devient directeur intérimaire du « Monde » après le départ de Natalie Nougayrèd [5]