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ERC alerta contra entrega às CCDR da gestão dos incentivos aos media
[10 de October de 2014]

A ERC considera que a passagem da gestão dos programas de incentivos do actual Gabinete para os Meios de Comunicação Social para as comissões de coordenação e desenvolvimento regional (CCDR) aumenta os riscos de falta de isenção porque os decisores não beneficiam do distanciamento necessário — noticia o “Público”.
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Morreu Fernando de Sousa
[9 de October de 2014]

O jornalista Fernando de Sousa, 65 anos, morreu esta madrugada em Milão, onde estava ao serviço da SIC para a cobertura da cimeira sobre o emprego. Fernando de Sousa trabalhou antes na Rádio Renascença, BBC, RTP/RDP e “Diário de Notícias”. Era sócio do Clube de Jornalistas.
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Mobilidade informativa e as novas estratégias editoriais
[7 de October de 2014]

A preferência pela mobilidade informativa vai obrigar os jornalistas a acelerar a implantação da estrutura não linear que se caracteriza basicamente pela produção de blocos de dados relacionados a uma mesma notícia – e que serão acessados segundo os interesses e necessidades do usuário. Será uma forma de interligar o material publicado em smartphones e tablets com o inserido em páginas web acessadas preferencialmente por usuários de computadores fixos. (Carlos Castilho)
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O círculo vicioso das manipulações
[7 de October de 2014]

«As pesquisas são importantes para esse processo de manipulação – porque sinalizam temores, desejos e aspirações difusas, que são interpretados segundo o viés ideológico da imprensa. Essa agenda é trabalhada nas redações e devolvida ao público alguns dias antes de cada nova rodada de pesquisa de intenção de voto, de modo que o material colhido pelos institutos dá novo impulso a esse círculo vicioso de manipulações.» (Luciano Martins Costa)
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A guerra também é uma narrativa
[7 de October de 2014]

«Sabemos que a guerra também é uma narrativa que pode ser controlada nos menores detalhes. A diferença é que os exércitos regulares não costumam divulgar na internet seus atos de barbárie.» (Leneide Duarte-Plon)
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“Diário de Notícias” eclipsa Planeta Media
[7 de October de 2014]

A nova direcção do “Diário de Notícias” decidiu eclipsar o Planeta Media, coluna semanal do professor Nobre-Correia sobre a realidade europeia dos media. O CJ Online soube que a crónica de sábado será a última de uma longa colaboração de mais de seis anos. Nobre-Correia, professor jubilado da Universidade Libre de Bruxelas, foi o primeiro autor, na Bélgica, de uma crónica regular dedicada aos media. Em Portugal, estreou-se no “Público”, no primeiro ano de publicação. Colaborou, depois, no “Expresso”, de 1994 a 2002, e iniciou a actual série do Planeta Media no “DN” em 2008.

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A importância de se chamar
[7 de October de 2014]

Os media, que têm como importante função fiscalizar o poder, não devem fiscalizar apenas as suas acções. Devem, fiscalizar também o seu discurso e denunciar as suas perversões – quer se trate do “Estado Islâmico” quer se trate do “Arco da Governação”. Chamar os bois pelos nomes é uma obrigação fundamental dos jornalistas, sem o que a informação se transforma em ficção ou se junta à propaganda. (José Vitor Malheiros)

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O “Público” e o “caso Tecnoforma”
[5 de October de 2014]

O povo e a democracia convivem sempre melhor com o desvendar de toda a verdade (ainda porventura com “pecadilhos” pelo meio) do que com o tacticismo político de deixar correr os eufemismos das meias-verdades ou meias-mentiras. No espaço público, as entrelinhas e o “não-dito” falam que se fartam. (Paquete de Oliveira)

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A indústria da distorção da notícia assusta até os jornais
[4 de October de 2014]

Os mais novos protagonistas no esforço para moldar a opinião pública por meio de notícias apresentadas como jornalísticas são os chamados think tanks, expressão inglesa que poderia ser traduzida como grupos de estudo e pesquisa. Eles passaram a ocupar o lugar dos lobistas e dos chamados spin doctors, outra expressão inglesa muito usada no submundo da distorção informativa. Os spin doctors são especialistas em interpretar um dado de acordo com as conveniências de quem os contratou. (Carlos Castilho)
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As inesperadas surpresas
[4 de October de 2014]

Nos fins da primeira década de 2000 assistiu-se a uma profunda crise dos diários gratuitos. E, paralelamente, a uma consulta cada vez maior dos sítios dos jornais em computadores, primeiro, e em dispositivos móveis (telemóveis e tablets) depois. Práticas novas de leitura que provocaram um formidável rejuvenescimento do “leitorado”. (Nobre-Correia)
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