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Espanha: Estudo sobre as ajudas estatais e autonómicas à imprensa
[23 de August de 2016]

O autor, Alfonso de la Quintana, expõe os tipos de ajudas que os diferentes governos destinam aos media e faz um resumo histórico da legislação espanhola, tanto estatal como autonómica.
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Em 2015 a ERC recebeu 365 pedidos de cancelamento de actividade
[21 de August de 2016]

A ERC recebeu em 2015 menos 55 pedidos de cancelamento de actividade do que em 2014 (365 contra 420), mas concluir que isso corresponde a um abrandamento da crise dos media é um juizo precipitado e não fundamentado. Por um lado, será necessário analisar que tipo de entidades encerraram a actividade e por que motivo; por outro, parece óbvio que a cessação de actividade não pode crescer indefinidamente, até ao nível da desertificação. Em algum momento a curva terá que cair, quanto mais não seja porque o total dos meios “canceláveis” é um conjunto cada vez mais reduzido. (JAG)
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O que todo o jornalista deve saber sobre as fontes anónimas
[20 de August de 2016]

A Sociedade de Jornalistas Profissionais (EUA) entende que «as fontes anónimas são, às vezes, a única chave de acesso a uma grande história, levantando o pano da corrupção e logrando que se cumpra a missão jornalística de fazer com que os poderosos prestem contas e os cidadãos estejam informados». Mas as fontes anónimas, sublinha, «também podem ser o caminho para um pântano ético». (Sherry Ricchiardi)
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O mito da objectividade: A construção da realidade por meio da notícia
[20 de August de 2016]

«Um dos livros mais interessantes sobre o processo produtivo do jornalismo e, por consequência, da própria construção da realidade social, é do pesquisador espanhol Miquel Rodrigo Alsina: A construção da notícia. A obra de teorias do jornalismo e da notícia reflete que o noticiário não é só resultado de um trabalho profissional de produção de textos, e muito menos uma simples representação da realidade, mas o resultado de um processo de construção que começa com a compreensão da realidade na qual os eventos acontecem, resumindo o processo em três fases – seleção, hierarquização e tematização da informação. Assim a mídia realiza uma atividade especializada da qual depende a construção da própria realidade social.» (Elstor Hanzen)
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A última imagem e o próximo combate
[20 de August de 2016]

Rapaz numa ambulância. O estupor provocado por uma imagem, um só retrato, uma só punhalada nas certezas acomodadas, pode ter um efeito demolidor. A repetição até a náusea dessa imagem arrasadora, nas televisões, nos jornais, nas redes sociais, mesmo se aparentemente inevitável numa sociedade cada vez mais dependente da mediatização dos acontecimentos, tem um reverso perigoso e para o qual cada vez será mais difícil encontrar antídotos. (Valdemar Cruz)

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Jornalista de El Salvador entrevista moribundo em vez de o socorrer
[17 de August de 2016]

Há por aí potenciais “jornalistas” deste tipo.
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“The New York Times”, ‘milagre diário’ do jornalismo
[17 de August de 2016]

“Nós percebemos rapidamente a mudança de cenário nos media e apostámos na transformação da publicidade digital, no crescimento da nossa audiência online e da base de subscritores” — explica a directora de comunicação do “New York Times”, entrevistada pelo “Diário de Notícias”.
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O outro pilar da repressão
[17 de August de 2016]

Como a Pide, a Censura zelava pela imagem do salazarismo e pelo cariz ordeiro dos portugueses … (Nobre-Correia)
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Bruxelas quer regras mais apertadas para o WhatsApp e o Skype
[16 de August de 2016]

Comissão vai obrigar empresas norte-americanas a cumprirem disposições de segurança e confidencialidade dos dados dos utilizadores.
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Há redacções onde não fazem a menor ideia de como funciona a internet
[14 de August de 2016]

O “Diário de Notícias” e o “Correio da Manhã” embandeiraram em arco com a “notícia” de que o presidente da Venezuela saudou o 90.º aniversário de Fidel com um tweet em português. Suspeito que a origem da informação seja a agência Lusa, fonte clássica de confusões. O “DN” até puxa o tweet para título, embora remate a notícia com a referência à conta de Nicolás Maduro em português.
A verdade é que Maduro escreveu o tweet em espanhol, como é natural entre duas pessoas que partilham esse idioma. O resto são traduções, muitas vezes automáticas, para outras línguas. Pormenor técnico que não justifica o destaque noticioso que lhe foi dado. Tanto mais que o presidente da Venezuela também “saudou” Fidel em francês, inglês e alemão. Sigam o link e vejam as ilustrações. (JAG)

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