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O avião que caiu para cima
[21 de October de 2014]

Os títulos da imprensa portuguesa denotam cada vez mais a ligeireza com que são feitos. A precipitação e a pressa explicam alguns disparates, mas há uma percentagem significativa causada pela ignorância. Títulos disparatados sempre houve. E alguns bem cómicos. A diferença está em que a percentagem de erro subiu demasiado, quando era expectável que a suposta melhor preparação teórica dos jornalistas reduzisse a taxa de desastres técnicos.
Um título de hoje da edição em linha do “Diário de Notícias”, numa notícia de cinco parágrafos, é uma espécie de “desafio ao leitor”, que terá que decidir se o erro se deve a precipitação ou ignorância. Ou a uma combinação das duas. (JAG)

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Saudades da censura?
[21 de October de 2014]

O TRP conseguiu, assim, descobrir que o que era grave não era a expressão “campeão nacional dos arguidos”; não, o que era grave era a expressão ter sido utilizada num contexto em que não era necessária! Em que não se justificava! Em que só por maldade é que o jornalista a tinha utilizado! E isso, o Tribunal da Relação do Porto, como em tempos a Inquisição ou, mais recentemente, a Censura e os Tribunais Plenários, não podia permitir!
Haja quem defenda os poderosos das maldades, desrespeitos e faltas de subserviências dos jornalistas e outra canalha! (Francisco Teixeira da Mota)

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Morreu Mário Lindolfo
[21 de October de 2014]

O jornalista Mário Lindolfo, prémio Gazeta Reportagem de Televisão em 1985, faleceu hoje, aos 72 anos, no hospital de Torres Vedras.
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A institucionalização do anonimato como fonte de notícias
[21 de October de 2014]

O sucesso do Whispers transformou o anonimato noticioso numa rotina e numa fonte de recursos, já que a avalancha de visitas é um atrativo irresistível para os anunciantes online. Trata-se de um fenômeno que radicaliza a mudança de padrões éticos e comportamentais gerada pela internet, porque o mundo das coisas privadas perde cada vez mais espaço no ambiente digital. (Carlos Castilho)
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Publicidade encapotada na RTP?
[19 de October de 2014]

Os programas, que se pretendem jornalísticos, podem ser facilmente vistos como publicidade encapotada, ou para usar o eufemismo da moda nos EUA, “publicidade nativa”: conteúdos pagos por uma empresa, mas apresentados como jornalísticos, indicando ou não o patrocínio ou pagamento pelo espaço ou tempo no órgão de informação. (Eduardo Cintra Torres)
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E se o “Expresso” mudasse o nome para “Exp” ?
[17 de October de 2014]

As reorganizações, reestruturações, reformulações e outros “ões”  que parece serem uma obsessão do mundo da imprensa não têm dado os resultados esperados. Em geral, os indicadores pioram e os poucos casos de êxito coincidem com um forte investimento nos quadros e nos conteúdos. Em França, assistimos a intervenções de natureza diferente em jornais cujas vendas estavam em queda livre e que tinham uma situação financeira periclitante. Em todos houve despedimentos. O que não se esperava é que uma publicação sólida e com uma audiência  estável como é o “Nouvel Observateur” viesse anunciar uma mudança em que o único sinal concreto é a troca do título de 50 anos “Le Nouvel Observateur” para a quase onomatopeia “L’Obs”. Os objectivos enunciados pelo director do magazine numa espécie de promo entrevista podem ser subscritos pelo director de qualquer publicação, excepto a insólita declaração de que o semanário pretende «criar realidade». A “mudança” começa no dia 23. Vamos esperar para ver. (JAG)

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“Le Monde”, a investigação e o segredo das fontes
[17 de October de 2014]

O diário “Le Monde” vai requerer um inquérito judicial por espionagem e apresentar queixa por difamação e injúrias, na sequência de um artigo do semanário de direita “Valeurs Actuels” que tenta desacreditar um trabalho de investigação do “Monde”. Segundo o diário, o artigo deixa inferir que os actos dos jornalistas foram vigiados e que eles foram, provavelmente, seguidos.
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» Nós, jornalistas, denunciamos os métodos de “Valeurs Actuels” (posição comum de jornalistas do “Monde”, “Figaro”, “Parisien”, “Nouvel Observateur”, “Point”, “Echos”, Radio France, “Mediapart”, “Rue 89″, “L’Express”, “Libération”, Europe 1, RFI, TF1 e France 2)

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Um terço da redacção quer libertar-se do “Libération”
[17 de October de 2014]

Oito dezenas de trabalhadores do “Libération”, dos quais mais de 60 jornalistas, querem deixar a empresa, que está à beira da falência, no quadro de um plano de rescisões voluntárias.
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Newshold reduz participação na Cofina para menos de 2%
[17 de October de 2014]

Dona do “Sol” e do “i” alienou em bolsa cerca de 8% do capital que tinha no grupo proprietário do “Correio da Manhã”.
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Os onze mandamentos do Estado Islâmico para o trabalho dos jornalistas
[15 de October de 2014]

O autodenominado Estado Islâmico divulgou uma lista de onze normas para os jornalistas que queiram trabalhar no território que controla. A primeira é elucidativa: «Os correspondentes devem jurar aliança ao califa (Abu Bakr) al Baghdadi, são súbditos do EI e, como tais, devem jurar lealdade a seu imã.»
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