O jornalista que inventava notícias e a escritora que inventou um Portugal
17 de May de 2012
A rotina dos jornalistas isolados na imaginária província portuguesa e em constante torpor etílico num bar localizado na “Rua da Evaporação”, apesar de ser pré-internet, é relatada com detalhes que vão ser reconhecidos por quem pratica o ofício. Lá estão as relações pessoais e profissionais incestuosas, o temor da irrelevância, os egos feridos. “Ele é tudo o que dá reputação ruim a jornalistas: arrogante, irresponsável e impreciso”, afirma um repórter sobre um colega. “E ele pensa que é mais importante do que a história.” Apesar do sarcasmo na narrativa, o afeto de Shriver pela profissão sobrevive intacto.
Ler mais…


Comente esta notícia.