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Género, discurso e media: por que discutir a cobertura jornalística?

8 de October de 2018


«Como todo sujeito, o jornalista, quando formula o que vai dizer, o faz sempre a partir de uma posição ideológica e de outros dizeres. Portanto, discutir a cobertura não é apenas fornecer uma lista de normas de como usar uma determinada palavra para se referir a alguma questão que toque a discussão sobre gênero, mas também saber identificar de que modo os sentidos produzidos pela imprensa se inscrevem na história e foram se constituindo. Considerar apenas o que se diz, sem levar em conta a posição do sujeito, o lugar de fala e a memória, no sentido de um conjunto de dizeres, seria entender as palavras como neutras e com sentido nelas mesmas.» (Duílio Fabbri Júnior e Fabiano Ormaneze)
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