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		<title>França: Juizes querem violar a lei para identificarem fontes de jornalistas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 21:36:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Dois juizes de Lille pretendem apreender as facturas telefónicas detalhadas de jornalistas do &#8220;Monde&#8221;, do &#8220;Libération&#8221; e do &#8220;Figaro&#8221;, para identificarem as suas fontes, num caso de violação do segredo de instrução, ao qual os jornalistas não estão vinculados. A diligência dos juizes viola frontalmente a legislação sobre a protecção das fontes de informação. Ler [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Dois juizes de Lille pretendem apreender as facturas telefónicas detalhadas de jornalistas do &#8220;Monde&#8221;, do &#8220;Libération&#8221; e do &#8220;Figaro&#8221;, para identificarem as suas fontes, num caso de violação do segredo de instrução, ao qual os jornalistas não estão vinculados. A diligência dos juizes viola frontalmente a legislação sobre a protecção das fontes de informação.<br />
<a href="http://www.lemonde.fr/societe/article/2013/05/18/des-juges-de-lille-veulent-les-fadettes-de-journalistes-pour-identifier-leurs-sources_3317530_3224.html"> Ler mais&#8230;</a></p>
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		<title>Segurança para jornalistas: Como cifrar documentos Word</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 10:00:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Opinião]]></category>

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		<description><![CDATA[Os jornalistas têm agora uma grande quantidade de documentos electrónicos que vão acumulando durante as suas investigações. O problema não é só como administrar essa informação e tê-la sempre disponível e organizada, mas também como protegê-la. Ler mais&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os jornalistas têm agora uma grande quantidade de documentos electrónicos que vão acumulando durante as suas investigações. O problema não é só como administrar essa informação e tê-la sempre disponível e organizada, mas também como protegê-la.<br />
<a href="http://ijnet.org/es/blog/como-codificar-los-documentos-de-word-de-los-periodistas">Ler mais&#8230;</a></p>
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		<title>O projecto ‘Snow Fall’ e o futuro do jornalismo</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 09:30:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Ao invés de começar com uma matéria de jornal e adaptá-la a diferentes formatos, o Times deveria começar com “Snow Fall”. Se você olhar “Snow Fall” de perto, vê uma abordagem coerente para conteúdo, que se adapta e transforma não apenas ao veículo de acesso, mas aos diversos modelos de negócios – bastante como no [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Ao invés de começar com uma matéria de jornal e adaptá-la a diferentes formatos, o <em>Times</em> deveria começar com “Snow Fall”. Se você olhar “Snow Fall” de perto, vê uma abordagem coerente para conteúdo, que se adapta e transforma não apenas ao veículo de acesso, mas aos diversos modelos de negócios – bastante como no cinema. <em>(Om Malik )</em><br />
<a href="http://www.observatoriodaimprensa.com.br/news/view/_ed746_o_projeto_snow_fall_e_a_o_futuro_do_jornalismo"> Ler mais&#8230;</a></p>
<p>» <a href="http://www.nytimes.com/projects/2012/snow-fall/#/?part=tunnel-creek">Snow Fall</a> (multimedia)<br />
» <a href="http://www.nytimes.com/projects/2012/snow-fall/video/">Snow Fall</a> (video)</p>
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		<title>Gestores de media prevêem mais despedimentos e falências</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 06:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Quase 90% dos gestores de media prevêem um aumento dos despedimentos no sector este ano e uma “maioria considerável” admite a possibilidade de falência de grupos de media, noticia a agência Lusa. Ler mais&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quase 90% dos gestores de media prevêem um aumento dos despedimentos no sector este ano e uma “maioria considerável” admite a possibilidade de falência de grupos de media, noticia a agência Lusa.<br />
<a href="http://www.ionline.pt/artigos/portugal-media-televisao/gestores-media-antecipam-aumento-dos-despedimentos-falencias-no"> Ler mais&#8230;</a></p>
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		<title>SJ saúda absolvição das jornalistas Célia Rosa e Isabel Stilwell</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 06:05:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A direcção do Sindicato dos Jornalistas saúda a absolvição das jornalistas Célia Rosa e Isabel Stilwell pelo Supremo Tribunal de Justiça, condenadas em 2007 por causa de reportagens e editoriais na &#8220;Notícias Magazine&#8221; sobre controversas decisões de um juiz em processos de adopção em Braga. Ler mais&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A direcção do Sindicato dos Jornalistas saúda a absolvição das jornalistas Célia Rosa e Isabel Stilwell pelo Supremo Tribunal de Justiça, condenadas em 2007 por causa de reportagens e editoriais na &#8220;Notícias Magazine&#8221; sobre controversas decisões de um juiz em processos de adopção em Braga.<br />
<a href="http://www.jornalistas.eu/?n=9131"> Ler mais&#8230;</a></p>
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		<title>&#8220;O Libelo&#8221; [Lisboa, 1926-1927] e &#8220;O Negro&#8221; [Coimbra, 1930] disponíveis em linha</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 06:02:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;O Libelo&#8221; [Lisboa, 1926-1927] e &#8220;O Negro&#8221; [Coimbra, 1930] disponíveis em linha]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://hemerotecadigital.cm-lisboa.pt/ArquivoNewsletter/2013/N124/Newsletter124.htm">&#8220;O Libelo&#8221; [Lisboa, 1926-1927] e &#8220;O Negro&#8221; [Coimbra, 1930] disponíveis em linha</a></p>
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		<title>Trabalhadores da RTP e da Lusa querem que novo ministro suspenda medidas de Relvas</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 03:13:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[As comissões de trabalhadores da RTP e da Lusa querem que o novo ministro da tutela suspenda as medidas postas em prática por Miguel Relvas e tome urgentemente uma “posição sobre o futuro das duas empresas”. Ler mais&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>As comissões de trabalhadores da RTP e da Lusa querem que o novo ministro da tutela suspenda as medidas postas em prática por Miguel Relvas e tome urgentemente uma “posição sobre o futuro das duas empresas”.<br />
<a href="http://www.publico.pt/politica/noticia/trabalhadores-da-rtp-e-da-lusa-querem-que-novo-ministro-suspenda-medidas-de-relvas-1594750"> Ler mais&#8230;</a></p>
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		<title>Os desafios da criatividade</title>
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		<pubDate>Sat, 18 May 2013 02:51:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os editores portugueses (alguns dos quais, coitados, se fazem chamar publishers!) deveriam ver melhor o que se passa lá fora. Ver com olhos de ver. Observando as iniciativas tomadas para tentar ultrapassar a terrível fase atual da história. Fase em que se opera uma mutação tecnológica de fundo como de certo modo nunca aconteceu na [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Os editores portugueses (alguns dos quais, coitados, se fazem chamar <em>publishers!</em>) deveriam ver melhor o que se passa lá fora. Ver com olhos de ver. Observando as iniciativas tomadas para tentar ultrapassar a terrível fase atual da história. Fase em que se opera uma mutação tecnológica de fundo como de certo modo nunca aconteceu na história do jornalismo. Mas também uma mutação de modelo económico mais brutal do que geralmente se diz. <em>(Nobre-Correia)</em><br />
<a href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3226407&amp;seccao=J.-M.%20Nobre-Correia&amp;page=-1">Ler mais&#8230;</a></p>
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		<title>Os crimes e os castigos (Francisco Teixeira da Mota)</title>
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		<pubDate>Fri, 17 May 2013 11:16:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
				<category><![CDATA[Zoom]]></category>

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		<description><![CDATA[Decorria o ano de 1798, quando o governador da Bahia no Brasil teve conhecimento da circulação clandestina de escritos que, entre outras coisas, &#8220;propagavam a ideia da criação de uma república independente de Portugal, instigando-se a população local, com uma forte componente de mulatos, a sublevar-se contra a reinante política colonial&#8221;. Arranjados uns bodes expiatórios, [...]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Decorria o ano de 1798, quando o governador da Bahia no Brasil teve conhecimento da circulação clandestina de escritos que, entre outras coisas, &#8220;propagavam a ideia da criação de uma república independente de Portugal, instigando-se a população local, com uma forte componente de mulatos, a sublevar-se contra a reinante política colonial&#8221;.</p>
<p>Arranjados uns bodes expiatórios, com mais ou menos culpas no cartório, foram os mesmos condenados à morte: &#8220;Pelas 11 horas saiu o tétrico préstito da prisão, iniciado por uma banda de cornetas e tambores, seguida por diversas irmandades, de cruz alçada e com os respectivos vigários. Logo atrás caminhavam o porteiro do Conselho, dois frades franciscanos, além de todos os escrivães, meirinhos e porteiro do Tribunal da Relação da Bahia, que antecediam os condenados, com as mãos atadas atrás das costas. Finalizavam esta fila, empunhando a bandeira de Portugal, os representantes do Senado, os alcaides-mores e mirins, o procurador do Conselho, a irmandade da Misericórdia e, enfim, o carrasco.&#8221;</p>
<p>Segundo nos informa Pedro Almeida Vieira no seu recém-publicado livro <em>Crime e Castigo &#8211; O Povo não É Sereno</em>, &#8220;após a execução, as suas cabeças foram degoladas e expostas no patíbulo&#8221;. &#8220;Aí também ficaram as mãos de Luís Gonzaga das Virgens, consideradas instrumento dos escritos sediciosos. As pernas, os braços e os troncos dos condenados espalharam-se em diversas ruas da cidade.&#8221; E, a terminar, um pequeno detalhe: &#8220;Relatos de época referem que, no dia seguinte, por causa do calor e de uma revoada de urubus, a Bahia era um teatro macabro e malcheiroso. Porém, o governador apenas permitiu a retirada das partes esquartejadas, após insistentes solicitações dos irmãos da Misericórdia, no dia 15 de Novembro. Ou seja, uma semana depois das execuções.&#8221;</p>
<p>A aplicação da justiça, no seu essencial durante o século XVIII, é a matéria-prima deste livro que nos relata, com abundância de pormenores e requintes de malvadez, 25 casos verídicos que nos revelam bem a forma como a Justiça nesses tempos não tinha qualquer preocupação de retribuição, de prevenção ou de ressocialização. As penas eram de enorme violência, independentemente da gravidade dos crimes, a tortura era utilizada tanto para obter confissões como para castigar os que tinham confessado ou não e o que importava, na aplicação das penas, era o castigo absoluto dos violadores da ordem instituída e a glorificação de Deus e do Rei. Uma eventual aplicação da lei de Talião &#8211; olho por olho, dente por dente &#8211; seria inequivocamente uma política penal defensora dos direitos dos réus&#8230;</p>
<p>Beccaria, jurista e filósofo italiano, em 1764, com a publicação da sua obra <em>Dos Delitos e das Penas</em>, veio pôr em causa a pena de morte e a tortura e defender, entre outras coisas, o primado da lei sobre o arbítrio dos magistrados, a necessidade de as penas terem um fim preventivo e de serem proporcionais à gravidade do crime cometido.</p>
<p>No nosso país, a Constituição de 1822, veio, com o advento do liberalismo, estabelecer, por exemplo, no seu artigo 2.º que &#8220;a liberdade consiste em não serem (os portugueses) obrigados a fazer o que a lei não manda, nem a deixar de fazer o que ela não proíbe. A conservação desta liberdade depende da exacta observância das leis&#8221;. E de tal modo &#8220;gato escaldado, de água fria tem medo&#8221; que no seu artigo 4.ª a Constituição, depois de estabelecer que &#8220;ninguém deve ser preso sem culpa formada&#8221;, acrescentava que &#8220;a lei designará as penas com que devem ser castigados, não só o juiz que ordenar a prisão arbitrária e os oficiais que a executarem, mas também a pessoa que a tiver requerido&#8221;.</p>
<p>Chegados à actualidade, no nosso país, já não temos nem pena de morte, nem tortura institucionalizada. As penas criminais passam pelas multas, pela prestação de trabalho a favor da comunidade e pelas prisões. E é deste mundo das prisões que nos fala uma outra obra recém-publicada, <em>Segredo das Prisões</em> de António Pedro Dores e José Preto, um livro que assume um carácter de denúncia do carácter injusto e violento do actual sistema prisional português. A título de exemplo: &#8220;Quando haja situações de atentados à integridade física dos presos, o que é recorrente, visto os castigos corporais serem prática regular, os presos não pensam em queixar-se. Por um lado, porque se os castigos corporais forem &#8220;merecidos&#8221;, eles são aceites como regulamentares. Por outro lado, porque qualquer queixa será alvo de retaliação por parte dos visados ou até por parte de outros seus colegas (&#8230;). A saga de quem se queixar é a quase certeza de obter para si um processo de perseguição que pode incluir a intimidação pessoal, informações de mau comportamento, (&#8230;), acusações posse de objectos ilícitos, tortura, etc.&#8221;</p>
<p>Em Maio, mês de Maria, temos, assim, dois livros que nos obrigam a pensar no sentido da Justiça e da Vida.</p>
<p><em> Francisco Teixeira da Mota &#8211; &#8220;Público&#8221; 17 maio 2013</em></p>
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		<title>Revelado o terceiro segredo de Cavaco (Ferreira Fernandes)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 May 2013 01:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>João Alferes Gonçalves</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Revelado o terceiro segredo de Cavaco (Ferreira Fernandes)]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.dn.pt/inicio/opiniao/interior.aspx?content_id=3219970&amp;seccao=Ferreira%20Fernandes&amp;tag=Opini%E3o%20-%20Em%20Foco">Revelado o terceiro segredo de Cavaco</a> (Ferreira Fernandes)</p>
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